“— Alô..
— Oi Nathan.
— Oi.
— A gente pode marcar de conversar?
— Pra que? — Ele tinha uma voz seca, aquilo me matava.
— Porque eu preciso falar com você, eu preciso te explicar. Eu preciso!
— Você precisa me dizer o que? Que queria ficar com Abel? Eu não preciso escutar isso, o caminho ta livre, vai lá.
— Não, você não entende? Eu quero você, eu estou quebrada, eu nunca achei que precisasse de alguém na intensidade que preciso de você, nunca achei que sentiria falta de alguém como sinto de você, eu achava que gostava de você, mas agora como se todos os pontos brilhassem e gritassem. Eu amo você! Amo Nathan, amo quando me faz ciúmes, ou quando abre aquele seu sorriso, amo sua risadinha seca de quando esta entediado com o assunto.
— Brenda…
— Não. Deixa eu falar.. Eu fiquei essa semana inteira me contornando, me contorcendo, agora eu preciso falar, eu estava esse tempo todo morrendo de medo! Sim eu morro de medo de você me deixar, de me esquecer, de achar alguém melhor que eu, porque eu sei que nunca vou achar alguém melhor que você.. Você não sabe como me matou quando vi o vídeo da aposta, foi como uma facada, porque.. Porque eu nunca faria isso com você, porque você é tudo entendeu? T-u-d-o.
— A gente já tinha conversado, isso não era motivos.
— Não to dizendo que é motivo, eu estou toda errada, sou uma mosaico, sabe? Cheia de pedacinhos soltos, porque todos eles só fazem sentido com você.. Mas eu te entendo Nathan, entendo você não querer mais saber de mim, eu entendo, e só estou dizendo que eu realmente tenho certeza, e eu te quero, e eu te amo, eu sei fiz a maior burrada da minha vida tentando esconder, tentando não sentir isso.
— …
— Ei Nathan, você ainda esta ai?
Ouvi ele suspirar, sentia saudades daquele suspiro, sentia saudades de tudo nele..
— Ei, Brenda.. Eu amo você!”
Nathan and Brenda — Ei, Brenda.. Eu amo você!   (via nerdbipolar)


“Ela deita sobre o peito dele e ele fica alisando o seus cabelos.
— Amor?
— Diz pequena.
— Sabia que eu te amo?
— Tô sabendo.
— Idiota, estragou o contexto. Era pra dizer “Eu te amo mais, pequena”
— Ah, desculpa. Vamos novamente. – Ele ri.
— Amor?
— Diz pequena.
— Sabia que eu te amo?
— É, tô sabendo novamente. – Ele ri.
— Idiota, desisto. Que merda, viu! – Ela fica brava, se levanta e vai pro outro canto do sofá.
— Ô pequena?
— Fala.
— Vem cá.
— Não, estou muito bem aqui. Obrigado. – Ela vira o rosto pra parede, segurando o choro.
— Vem logo aqui, baixinha.
— Não eu não vou, me deixa. – Ela diz com voz de choro.
— Ô pequenina… – Ele se aproxima dela.
— (Silêncio)
— Eu também te amo, muito. – Ele diz baixo no ouvi dela.
— Não ama nada.
— Eu amo, vem cá.
— Não.
— Me beija?
— Não.
— Ta bom, deixa que eu te beijo. – Ele a puxa pra mais perto, e a beija.”
— “Idiota, estragou o contextos, puta merda.” (cache-s)